O Estado de São Paulo brinca com a Educação
Tem certas coisas que não dá para
acreditar, uma dessas é o que está acontecendo com a Educação no Estado de São
Paulo. O que passa na cabeça desse secretário de Educação do Estado, será que
ele se esqueceu de tomar os remédios de tarja preta? Só pode né?
Todos nós sabemos muito bem que
há uma superlotação nas salas em grande parte das escolas do Estado, mesmo
assim esse “desgoverno” quer fechar 93 escolas, não consigo entender qual é a
matemática que esse “desgoverno” do Geraldo Alckmin usa, me desculpa, mas a
minha conta é outra.
Pela própria Secretária de Estado
de Educação (SEE) no fundamental 1 (1º ao 5º ano) a sala de aula deve ter 30
alunos, no fundamental 2 (6º ao 9º ano) 35 alunos e de 40 alunos no ensino
médio. Só que há escolas que o número de alunos por sala chega a 50, isso é
inaceitável, como um professor pode manter a qualidade do ensino (que já é
péssima) com um número tal alto de alunos?
Esse secretário admitiu que há
superlotação, mas o ‘senhorzinho’ disse que são minoria. Ele ainda disse que
isso ocorre “onde há densidade
populacional maior e dificuldade enorme de construir escolas”.
Sem contar que muitas prefeituras
nem sabem o que fazer com os prédios que serão entregues pelo governo. Segundo
o governo os prédios deverão ser usados para a educação, mas algumas
prefeituras como a de São Paulo não usará para esse fim, a de São Paulo, por
exemplo, disse que pode usar para abrigar equipamentos de saúde e habitação,
pode uma coisa dessas?
Então senhor secretário, se há
uma densidade populacional, o melhor a fazer é construir mais e mais escolas
para que os alunos tenham mais qualidade de ensino, e se há dificuldade em
construir escolas, que arrume meios, pois quando o governo quer, ele consegue o
que realmente falta é força de vontade e mostrar para a sociedade que podemos sim
ter uma educação de qualidade. Superlotação não deveria nem ser a minoria, isso
jamais poderia existir em uma escola, aprenda isso senhor secretário, fica a
dica. A verdade é que o governo do Estado de São Paulo está brincando com a Educação e isso não podemos permitir.
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