Evolução? Para quê?


           Essa semana assisti a um programa na TV (Globo Repórter) onde falava da parte mais brilhante do nosso corpo, o cérebro e da capacidade de transformação que ele tem.
            Não há dúvida que usamos muito pouco a capacidade do nosso cérebro, graças à ele nós [seres humanos] evoluímos bastante, em todos os sentidos. Só que toda essa evolução não só serviu para nos proporcionar bem estar, ela também tem causado muita dor, tristeza, pânico e medo.
            O ser humano já demonstrou ser uma “máquina” em constante evolução e transformação. Temos ao longo da história diversos acontecimentos que comprovam isso, são situações tristes, mas mostram que o ser humano é capaz de superar e dar um novo rumo na sua história; a escravidão é um dos tristes exemplos de superação, de transformação, outro exemplo muito triste foi com os campos de concentração que acorreram na 2ª Guerra Mundial, e quem diria que teríamos outro mundo depois dessa tragédia? Pois a transformação aconteceu, tivemos um novo mundo e quem diria que a Alemanha seria acolhedora depois de tanta barbárie?
            Tudo isso mostra que o ser humano é forte, é resistente, ele se reinventa sempre que precisa, já sofreu tantas injustiças, mas, mesmo assim jamais esqueceu o seu passado.
            Hoje a humanidade luta contra o terrorismo, que causa pânico, medo, tristeza, dor, sofrimento e revolta. Nesse momento precisamos lutar e não deixar o pânico e o medo tomarem conta, devemos acreditar que teremos um mundo sem terroristas, onde tudo isso ficará para trás, somente as tristes lembranças.
            Tem certos momentos que faço a seguinte pergunta: Que raio de evolução é essa? Pessoas matando pessoas por um único objetivo, “PODER”, será que o cérebro se esqueceu de evoluir nessa parte? Maquiavel estava com toda a razão quando disse: “Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é.” Confesso que essa frase dá medo.
            É muito triste ver os homens matando, destruindo pelo poder, agindo como se nós humanos não significamos absolutamente nada. Até quando isso vai continuar?

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